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Presidente do Sevilha fecha a porta a Ramos: «Não pode ser o dono e jogar»

 «A decisão de Sergio Ramos não voltar a jogar pelo Sevilha é minha. Todos sabem o quanto lutei para trazê-lo, há dois anos, e depois para mantê-lo cá. Mas desta vez disse aos representantes do Sergio que era impossível ele ser o dono e jogar pelo Sevilha em simultâneo. A decisão não teve nada que ver com questões desportivas», explicou o presidente do emblema espanhol, em entrevista ao Canal Sur. 

Del Nido referia-se à proposta submetida, em janeiro, por um grupo de investidores liderado pelo futebolista espanhol, para a aquisição do clube.

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«Sei, por pessoas próximas a Sergio Ramos, que esse grupo de investidores se vai inteirar da situação do clube através de uma carta de intenções. Eu conhecia as pessoas que tentaram comprar o Sevilha antes, mas não sei por que não quiseram fazer o investimento», referiu o dirigente, que deixou uma garantia: «No dia que me disserem que tenho de sair, saio.»

O presidente do Sevilha abordou ainda a difícil situação financeira por que passa o clube, que obrigou, por exemplo, à venda de Loic Badé (Bayer Leverkusen) Dodi Lukebákio (Benfica) no último verão.

«Teria preferido manter o Badé e o Lukebakio, mas não foi possível. Enquanto tiver o apoio da Direção e do Comité Executivo continuarei a tomar aquelas que acredito serem as melhores decisões para o Sevilha. A minha lealdade e meu sentido de responsabilidade não me permitem sair a meio de uma fase difícil. Estou a tomar as decisões necessárias para garantir a sobrevivência do Sevilha», explicou.

O conjunto andaluz, onde atua o defesa português Fábio Cardoso, vive uma fase delicada da sua existência. Aos problemas financeiros há que juntar a situação difícil que vive na LaLiga, na qual ocupa a 13.ª posição, com apenas três pontos de vantagem para a zona de despromoção.



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