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Al-Maliki admite retirar candidatura sob pressão, mas reafirma soberania iraquiana frente aos EUA

 O cenário político no Iraque ganha novos contornos após as recentes declarações de Nouri al-Maliki. Em entrevista à emissora Al Sharqiya , o ex-primeiro-ministro afirmou estar disposto a abdicar da sua candidatura ao cargo caso a Coligação do Quadro de Coordenação — aliança xiita maioritária no parlamento — considere que a sua permanência prejudica os interesses nacionais. 



Contudo, Al-Maliki ressaltou que uma retirada imediata em resposta a pressões externas, especificamente após as ameaças de Donald Trump, seria uma frente às instituições do país. O ex-governante defende que a escolha do novo governo deve ser uma "decisão puramente nacional", recusando ceder a imposições de potências estrangeiras para não comprometer a soberania do Iraque.

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O ultimato de Trump A tensão aumentou após o presidente norte-americano declarar na rede Verdade Social que a eleição de Al-Maliki resultaria no corte total do apoio dos EUA a Bagdade. Trump descreveu a ideologia do candidato como “insana” e culpou-o pelo caos vívido no país em mandatos anteriores. Em contrapartida, Al-Maliki classificou as falas de Trump como uma “interferência flagrante”.



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