Mais de 4 mil famílias vão beneficiar de água | Demetro-News
A problemática da falta de água potável, em bairros periurbanos da Cidade do Kilamba, fica minimizada de forma considerável, nos próximos seis meses, quando entrar em funcionamento o Centro de Distribuição da Vila Flor, que vai permitir mais de 4.150 ligações domiciliares.
O administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Murtala Marta, explicou, ao Jornal de Angola, que a entrada em operação do Centro de Distribuição da Vila Flor vai contemplar famílias do bairro onde está a ser erguido o serviço e zonas do Bita Progresso e de Santo António.
Murtala Marta avançou que as obras, já em fase final, do Centro de Distribuição de Água da Vila Flor decorrem sem sobressaltos, daí a garantia de que os trabalhos possam terminar dentro dos prazos estabelecidos.
O responsável, que falava no âmbito do nono aniversário da Cidade do Kilamba, assinalado sábado, sob o lema «Fica em casa», realçou que, neste momento, a administração tem assegurado o abastecimento de água aos moradores dos bairros periféricos àquela urbe da província de Luanda, através de camiões-cisterna.
O administrador realçou que a situação da produção de água potável vai ser ainda mais incrementada, com a conclusão do Centro de Distribuição de Cabolombo, que abrangerá mais de 350 mil famílias de bairros do município de Belas e de zonas adjacentes à referida parcela da província de Luanda.
Neste momento, por condicionantes não reveladas pelo responsável, a obra, que faz parte de um grupo de acções levadas a cabo pelo Executivo, no sentido de levar água potável aos moradores de zonas distantes do centro da cidade de Luanda, está paralisada.
A energia eléctrica é outro problema que as populações dessas zonas periféricas da Cidade do Kilamba enfrentam, por ter grande dependência de postos de transformação de gestão privada. Em breve, assegurou o administrador, esse cenário vai igualmente ser alterado, quando terminar a subestação do Bita.
Murtala Marta avançou que as obras, já em fase final, do Centro de Distribuição de Água da Vila Flor decorrem sem sobressaltos, daí a garantia de que os trabalhos possam terminar dentro dos prazos estabelecidos.
O responsável, que falava no âmbito do nono aniversário da Cidade do Kilamba, assinalado sábado, sob o lema «Fica em casa», realçou que, neste momento, a administração tem assegurado o abastecimento de água aos moradores dos bairros periféricos àquela urbe da província de Luanda, através de camiões-cisterna.
O administrador realçou que a situação da produção de água potável vai ser ainda mais incrementada, com a conclusão do Centro de Distribuição de Cabolombo, que abrangerá mais de 350 mil famílias de bairros do município de Belas e de zonas adjacentes à referida parcela da província de Luanda.
Neste momento, por condicionantes não reveladas pelo responsável, a obra, que faz parte de um grupo de acções levadas a cabo pelo Executivo, no sentido de levar água potável aos moradores de zonas distantes do centro da cidade de Luanda, está paralisada.
A energia eléctrica é outro problema que as populações dessas zonas periféricas da Cidade do Kilamba enfrentam, por ter grande dependência de postos de transformação de gestão privada. Em breve, assegurou o administrador, esse cenário vai igualmente ser alterado, quando terminar a subestação do Bita.
Transformação do lixo
Noutra vertente, o administrador anunciou que há um projecto que está a ser desenvolvido para o aproveitamento do capim e de resíduos sólidos recolhidos a nível do Kilamba, para serem transformados em adubo orgânico.
Nesse projecto,com resultados previstos para os próximos três meses, a administração do Kilamba conta com a parceria de moradores da cidade.
Numa primeira fase, a produção de adubos será para consumo interno, mas, se houver excedentes, vai ser comercializada para outras entidades.
Murtala Marta realçou que a recolha, deposição e tratamento do lixo e das zonas verdes são dos principais problemas que a Cidade do Kilamba enfrenta, actualmente, resultantes de condicionalismos que a administração tem em relação aos recursos financeiros.
Noutra vertente, o administrador anunciou que há um projecto que está a ser desenvolvido para o aproveitamento do capim e de resíduos sólidos recolhidos a nível do Kilamba, para serem transformados em adubo orgânico.
Nesse projecto,com resultados previstos para os próximos três meses, a administração do Kilamba conta com a parceria de moradores da cidade.
Numa primeira fase, a produção de adubos será para consumo interno, mas, se houver excedentes, vai ser comercializada para outras entidades.
Murtala Marta realçou que a recolha, deposição e tratamento do lixo e das zonas verdes são dos principais problemas que a Cidade do Kilamba enfrenta, actualmente, resultantes de condicionalismos que a administração tem em relação aos recursos financeiros.

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